sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Gestão Democrática

Gostei muito dos estudos realizados sobre a "Gestão Democrática", é incrível como muitas vezes acreditamos conhecer bem certo assunto, e quando nos aprofundamos ao estudá-lo, percebemos o quanto pode ser vasta a discussão sobre o tema. A participação, palavra que usamos constantemente, pode por exemplo servir ao mesmo tempo para uma educação libertadora ou para a manutenção do poder controlador. A autonomia que tanto almejamos dentro de nossas escolas tem que ser construída como um ato coletivo, e talvez isso seja o mais complicado quando a palavra parece ser interpretada na escola como sinônimo de individualidade e liberdade para fazer qualquer coisa que se queira, sem que haja cobrança. Entender que a gestão democrática ainda não vigora em todas as escolas tão plenamente é algo do qual precisamos nos dar conta. Estimular a comunidade para legitimar sua participação e compreender a importância da mesma, para o crescimento do verdadeiro ato educativo é uma tarefa da qual não podemos nos eximir.É importante esta tomada de consciência, para que finalmente a escola possa promover a inclusão das minorias, o respeito as múltiplas identidades e a valorização do ser humano com práticas emancipatórias.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Reflexão sobre os estágios da vida adulta

Os estudos realizados sobre "as oito idades do homem, segundo Erik Erikson, foram bastante interessantes. Apesar de termos nos detido nos estágios da vida adulta, não posso deixar de relatar aqui que aleitura sobre as idades ou estágios iniciais correspondentes à teoria psicanalítica das fases: oral, anal, fálica e latência, foram bastante esclarecedoras e conduziram-me à reflexão da importância do papel que desempenhamos como bons ou maus educadores na influência sobre as vivências de nossos alunos.
Um professor que não é capaz de estabelecer um elo de confiança com o pequeno aluno que chega à escola na educação infantil, pode intensificar a desconfiança em detrimento da confiança, fazendo com que a criança desenvolva um sentimento de culpa e não consiga promover a aquisição da autonomia.
Tornamo-nos co-responsáveis juntamente com a família com o sucesso ou insucesso das crianças à medida que não lidamos bem com o sentimento de nosso aluno. "As experiências escolares da criança contribuem para o seu equilíbrio entre indústria e inferioridade"(Erik Erikson). Conscientes dessa responsabilidade e agregando esse conhecimento, podemos fazer de nossa prática educativa uma via condutora, para elevar a auto-estima de nossos alunos auxiliando-os a transporem os estágios ou "idades do homem" de forma bem sucedida.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Minhas Expectativas!

Acredito que uma palavra define bem minhas expectativas em relação ao semestre que está iniciando "crescimento". Espero construir uma aprendizagem sólida que me proporcione ampliar meus conhecimentos e meu entendimento dos muitos assuntos que serão abordados. Percebi que as interdisciplinas estão interligadas, ou seja uma complementará a outra, para que os nossos estudos estejam extremamente ligados, unindo uma aprendizagem a outra, como aquela rede da qual falamos anteriormente. Pretendo iniciar com o pé direito como se diz popularmente, e deixar as frustrações para trás. Dedicação na realização das tarefas a fim de promover meu crescimento pessoal, atribuindo significado em minhas construções, será meu principal objetivo. o segundo e não menos importante será a pontualidade na entrega dos trabalhos, com isso quero contemplar meu plano individual de estudos. Boa vontade, esforço e sobretudo empenho para crescer é o que quero, vencer minhas limitações e superar as dificuldades.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Tabela de Organização de Tempo

CASOS PARA DISCUSSÃO

Gostei muito da temática escolhida para nossa primeira aula presencial da interdisciplina Seminário Integrador V. Os casos escolhidos para serem discutidos foram bastante interessantes e muito bem apresentados por cada grupo. Gostei particularmente do assunto que o grupo do qual fiz parte debateu, que era sobre a resistência ao trabalho em grupo. Foram levantadas questões bem pertinentes ao assunto como as vantagens e desvantagens do mesmo. Juntas também encontramos propostas para incentivar a participação até mesmo dos mais resistentes, tais como: realizar trabalhos rápidos nas aulas presenciais que possam ser elaborados e apresentados no mesmo dia, criar regras de elaboração e delegação de tarefas aos componentes do grupo a fim de que ninguém seja prejudicado ou sobrecarregado e por fim para trabalhos mais longos que exijam a partipação on-line, fazer uso do msn. Sobressaltamos que, a falta do trabalho em grupo torna as pessoas mais prepotentes e resistentes a novas idéias, dificulta o relacionamento entre os colegas e elimina a possibilidade do diálogo, enquanto o contrário favorece a interação entre todos em todos os aspectos. Em relação a outra etapa do trabalho que deveríamos ter realizado, sobre as potencialidades do hipervídeo na educação, não conseguimos realizar em função de dificuldades tecnológicas, mas mesmo assim foi possível ter uma idéia sobre o tema.

terça-feira, 17 de junho de 2008

POSTAGEM REFERENTE A SEMANA 7

Gostei muito da atividade de manipulação de objetos em "Espaço e Forma" na interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática. Apesar da dificuldade que tive para realizar a atividade, relaciono à informática essa dificuldade; gostei muito da proposta, que me deu com certeza uma outra visão da geometria. "Não basta mostrar aos alunos objetos geométricos, para que estes os conheçam, ou não basta anunciar suas propriedades para que os alunos delas se apropriem"( PIRES, Célia M. C. Espaço e Forma). Esta afirmação foi bastante contundente para mim, pois ajudou-me a compreender que as crianças precisam manipular os objetos, construí-los, registrar as suas descobertas, realizar diferentes exercícios relacionados ao tema para apropriarem-se deste conhecimento com significado.

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sexta-feira, 13 de junho de 2008

POSTAGEM REFERENTE A SEMANA 6

O filme "Saber e sabor", nos leva imediatamente a uma reflexão sobre nossa prática docente, não somente à avaliação de nossa prática pedagógica, mas também nos leva a pensar sobre nosso comportamento em relação aos nossos alunos. Que lembranças, nossos pequenos terão de nós? Como seremos lembrados num futuro, como professores repetitivas e pedantes? Ou como professores instigadores, desafiadores e carismáticos? Ao assistir os depoimentos, percebi que os professores lembrados eram aqueles que conseguiram de algum modo cativar seus alunos e aí está o "X" da questão. O professor que consegue estabeler uma relação de afetividade com o educando indubitavelmente conseguirá resultados satisfatórios em sua "práxis", pois canalizará as emoções para uma prática construtiva, onde além de contemplar o emocional do aprendente, satisfazendo suas necessidades emotivas, contemplará também o desenvolvimento da aprendizagem criativa, autônoma e participativa.